Estava um dia destes a teclar com uma amiga minha no Messenger quando no meio da conversa começamos a falar de momentos mágicos. . Aqueles momentos especiais nas nossas vidas em que tudo à nossa volta se conjuga de uma tal forma que inexplicavelmente somos como que arrebatados para uma outra dimensão onde tudo parece perfeito, coerente, tranquilo, sereno, grandioso, simples, único. Como se de repente o tempo quase que parasse, como se naquela altura a nossa vida ficasse suspensa e onde nos apetecia ficar para sempre. Esse momentos que vamos vivendo são normalmente tão fortes que ficam gravados em nos para sempre, são momentos que nos tocam pela sua intensidade e simultaneamente pela sua suavidade. Não falo daquelas emoções fortes por exemplo relacionados com eventos ou acontecimentos, tristes ou alegres, que nos marcam e de que nós também não nos esquecemos, como por exemplo, casamentos, divórcios, crises nos relacionamentos, perdas de pessoas chegadas, etc. Não, nada disso, estou a fa...
F ui até a uma piscina, que, a penantes, fica aí as uns 10 minutos do meu apartamento. Queria saber “horiarios” e “prieços” para a utilização de dita cuja. Assim, pedi algumas informações na “recepcion“, tendo ficado a saber que aceitam estrangeiros, mesmo tugas, mas que para efectuar o pagamento tem que se ter conta num Banco Espanhol, dinheiro à vista nem pensar, não me perguntem porquê. Vou ver como me vou desenrascar desta sem ter que abrir conta bancária por estas bandas, é que já me chegam os cartões Portugueses que tenho a encher a minha carteira. Embora pensando bem, fica sempre bem, aí em Portugal abrir a carteira e sacar de um Visa Espanhol, até dava estilo, aí é que as xicas tugas iam ficar impressionadas. Ainda fui observar as instalações da piscina e os respectivos utentes, ou melhor dizendo, as respectivas “utentas”. Mas aquilo estava fraco, mais uma vez onde é que estavam as Espanholitas nadadoras, isto aqui pelos vistos de Bascas nas piscinas é mentira, bem devem estar...
S ete horas, ai vai ele, pira-te que já chega de manuais e reuniões, que seca. Vamos lá curtir Barcelona city. Resolvi ir a pé deste as instalações da Nestlé até ao lugar mais próximo onde houvesse uma estação de metropolitano. Para isso, qual mapa qual quê, basta confiar no meu bom instinto de orientação, instinto esse bem conhecido e já comprovado por muito dos meus amigos. Assim, uns 50 minutos depois após um percurso ziguezagueante e diversificado, lá cheguei a uma estação de metro (“metrito” em Espanhol). Não era a estação de metro que inicialmente tinha como objectivo e que ficava, segundo os meus cálculos, ai a uns 15 minutos da Nestlé, mas era uma estação de metro e imaginem, até era em Barcelona, que mais queria eu. Apanhei o metro e lá saí na Praça da Catalunha. Saí da estação para dar uma vista de olhos à Praça e por lá fiquei passeando durante mais algum tempo. Depois de ter passado por um posto de turismo, onde recolhi algumas toneladas de folhetos e mapas turísticos, lá s...
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